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22 de Setembro de 2017. Bem-vindo!
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A maldio de Domar
John Ajvide Lindqvist
16 x 23
496
Com estilo inteligente e ritmo aguado, o autor John AjvideLindqvistmostra mais uma vez, emA maldio de Domar, seu talento em construir com estilo prprio uma atmosfera aterrorizante.Se em Deixa ela entrar(2012) e em Mortos entre vivos (Tordesilhas, 2012)Lindqvistusou, respectivamente, vampiros e zumbis, agora a vez de presenas fantasmagricas ocuparem as pginas de seu livro. Aps o trgico e misterioso desaparecimento da filha, a vida de Anders entra em declnio. Dois anos depois, alcolatra e abandonado pela mulher, ele resolve voltar ao lugar onde sofrera to terrvel perda: o arquiplago sueco Domar. Tentando encontrar uma maneira de lidar com sua dor e entender o que de fato aconteceu, Anders entra num espiral psicolgico, em que as memrias indelveis de sua famlia se misturam s experincias reais e assus
Um jovem casal leva sua filha, uma criana chamada Maja, para um passeio no farol do arquiplago sueco Domar, onde passaram parte importante de sua vida. Contudo, o momento de comunho transforma-se em um pesadelo quando a criana desaparece misteriosamente. A narrativa, ento, toma um salto de dois anos, tempo suficiente para uma mudana drstica na vida do outrora feliz casal. Separado de Cecilia, Anders agora um homem entregue bebida e apatia. Desolado, retorna ilha e logo comea a investigar o que de fato aconteceu filha, descobrindo antecedentes de acontecimentos estranhos no lugar. O elo comum parece ser o mar, cuja aparente calmaria guarda, sob suas profundezas, foras desconhecidas. Anders busca uma explicao, um sentido para a perda que, se por um lado no lhe parece absolutamente irremedivel, por outro no lhe apresenta chances claras de reversibilidade. Resta-lhe tatear, por vezes cegamente, procura de um resqucio de Maja, um sinal de que a manifestao de sua presena seja to possvel quanto ele deseja.O desespero de Anders traduzido num movimento pendular, em que se alternam a ao destemperada e uma espcie de torpor embriagado. O frio sueco ajuda a compor o cenrio de medo e desespero, na medida em que o clima glido s faz aumentaro terror paralisante a que est submetido Anders, que treme ora por frio, ora por pavor. Na ilha, Anders conta com o apoio de sua av, Anna-Greta, e o companheiro desta, Simon, que apesar de ter abandonado a carreira de longa data na mgica traz consigo um truque que no consta em nenhuma cartilha. Em A maldio de Domar, o autor John AjvideLindqvist expe personagens marcados pelo peso dilacerante da culpa e de segredos h tempos guardados sob o jugo do medo e numa tentativa de proteo. H, tambm, aqueles que lidam com fatos por demais dolorosos para serem admitidos. A narrao entrecortada por pensamentos de personagens fundamentais trama, artifcio literrio que deixa o leitor parte da disposio psicolgica daqueles, criando um efeito de “em primeira mo”. O leitor, assim, enreda-se na atmosfera de medo e mistrio que confere obra vigor consistente. O amplo uso de flashbacks – desenvolvidos com o mesmo primor que a narrao do tempo atual – d consistncia ao temperamento dos personagens, assomando verossimilhana. O leitor consegue entender com mais profundidade a formao de carter e personalidade das personagens, e em que medida os acontecimentos passados as transformaram. Na galeria de personagens marcantes, destacam-se ainda dois amigos com dilogos inspirados em msicas da banda de rock The Smiths, celebrada na dcada de 1980 por seu existencialismo melanclico e sua cansada rebeldia; a ex-queridinha da turma, que maltrata o rosto e o corpo com procedimentos cirrgicos que a enfeiam propositadamente; e a assistente de mgico cujo vcio em drogas coloca outras vidas sob ameaa. Se em Deixa ela entrar(2012) e em Mortos entre vivos (Tordesilhas, 2012)Lindqvistusou, respectivamente, vampiros e zumbis, agora a vez de presenas fantasmagricas ocuparem as pginas de seu livro. Com estilo inteligente e ritmo aguado, o autor mostra mais uma vez, emA maldio de Domar, seu talento em construir com estilo prprio uma atmosfera aterrorizante, que reflete idealmente os humores de seus personagens.
Estou atrs de voc
John Ajvide Lindqvist
16 x 23 cm
408
SEUS OLHOS SE ARREGALARAM. AGORA ELE SABE O QUE . O SILNCIO. um lindo dia no acampamento. O cu est azul e a grama farta e verde – mas algo est errado. Ontem havia vozes felizes, fumaa de churrasco e mosquitos. Agora tudo se foi. O que resta um campo de grama infinito, quatro trailers, oito adultos, duas crianas, um cachorro e uma gata. Os personagens ainda no sabem, mas o pesadelo vivo est prestes a comear: a caminho deles, movendo-se no horizonte, aproxima-se o pior erro, o maior medo. Neste romance de terror, Lindqvist suga o leitor para um universo que s poderia ter sido criado por uma das escritas mais macabras e originais do gnero. Em seu mundo aterrorizante e original, Estou atrs de voc faz o corao sangrar e a alma retorcer, confundindo a realidade com o pior pesadelo.
“Se quisermos realmente compreender quem a pessoa , devemos adentrar a escurido e nos familiarizar com as imperfeies dela.” Dez pessoas em um acampamento acordam e encontram seus carros e trailers estacionados em um gramado vioso que segue para todas as direes em uma distncia infinita. Em seus aparelhos de rdio tocam estaes de msica nacional, mas eles no conseguem sinal de celular. O GPS de seus veculos tambm no funciona, e o tempo nesse descampado parece se mover em uma velocidade diferente. Diante da incredulidade de tal cenrio e da busca por sentido, figuras estranhas comeam a aparecer. Primeiro distantes. Silenciosas. Mas logo cada um se v cercado das aparies de seus piores medos, de seus medos mais primrios. O pnico instala. E enquanto alguns ajudam um ao outro, outros lutam com a prpria loucura na busca por sentido. Um deles, inclusive, acredita que tudo acontece apenas em sua cabea. Mas no, isto horror. E esta terra artificial de medo. Neste romance de horror, John Ajvide Lindqvist, considerado por jornalistas britnicos como “a resposta sueca ao Stephen King”, traz a marca da estilstica noir escandinava e uma inteligente costura de referncias. Na alucinao inicial de seus personagens, tais costuras so bastante singulares – o “Homem Ensanguentado” (em sua relao ao Homem-carneiro de Murakami) e o gigante lego Darth Vader so alguns exemplos. E como caracterstico de Lindqvist, no importa quo selvagem as coisas fiquem, com gargantas cortadas, carne derretida e uma impassvel claridade. O autor sempre d conta... em sua indefinio.
Melodia do mal
John Ajvide Lindqvist
16 x 23 cm
488
O msico frustrado Lennart Cederstrm encontra, no meio de um bosque, uma beb recm-nascida beira da morte. Sem nada que diga de onde ela veio ou como foi parar l, a beb comea a cantar perfeitamente. Assombrado, Lennart a leva consigo para sua casa, em que vive com a mulher e o filho rejeitado, e a prende no poro. Apelidada de Pequenina pela famlia postia, a criana cresce isolada do resto do mundo e, quando finalmente sai do cativeiro, acaba por revelar uma fora sinistra e assustadora, deixando um rastro de sangue – e angariando seguidores fanticos – em seu caminho.
O produtor musical Lennart Cederstrm, outrora componente de uma dupla de certo sucesso, juntamente com a mulher, Laila—ambos de meia-idade e vivendo quase no ostracismo –encontranum bosque, envolta em plstico, semienterrada e quase morta, uma diminuta recm-nascida. Entre as dcadas de 1970 e 1990, Lennart vira sua paixo pela msica e o autoconferido talento deturparem-se, entregues crescente indstria cultural, ao oportunismo de empresrios e ao artificialismo das relaes entre o pblicoe seusdolos. Agora, cansado e desprovido de sonhos, v na menina a perspectiva de preservao da msica em sua mais pura essncia e um resgate da prpria existncia. Afastado da mulher e do filho, a quem despreza, faz da menina praticamente um projeto musical, instruindo-a e cercando-a da melhor msica. A criana responde com surpreendente e quase milagroso talento, dotada de uma belssima voz. Ao mesmo tempo, demonstra um peculiar interesse em “desconstruir” objetos, conceitos – e, como se v depois, pessoas. A esposa, Laila, ex-cantora, e agora uma obscura e abusada dona de casa, acaba aderindo ao projeto, incapaz de resistir ao fascnio emanado por aquele ser de beleza paradoxal. Assim,“Pequenina” ou “Estrelinha”, como a chama o casal (“Theres” para o filho deles, Jerry), criada em segredo num poro, silenciosa e musical como nenhuma outra criana. medida que cresce “longe dos males da sociedade”, ilumina e transforma a vida dos pais postios... at revelar uma essncia perturbadora e sanguinolenta. O sueco J. A. Lindqvist volta com toda fora no brilhante terrorMelodia do mal, agregando mais uma obra aos outros dois ttulos do autor publicados pela Tordesilhas. Sem pudor, Lindqvist constri cuidadosamente seus personagens e cria uma atmosfera insuperavelmente lgubre e assustadora para contar uma histria que vai arrepiar at o ltimo fio da nuca de qualquer leitor.
Mortos entre vivos
John Ajvide Lindqvist
16 X 23cm
360
Traduzido diretamente do sueco, a linguagem gil, o ritmo cinematogrfico (Lindqvist foi roteirista) e sobretudo a matria do romance faz de [Lidando com mortos-vivos] uma leitura de entretenimento, que atende aos apreciadores do melhor terror, sem amenizaes – e, ao mesmo tempo, uma obra densa, repleta de significados, muito alm de tcnicas narrativas que provocam desespero e arrepios.
Estocolmo, Sucia, 13 de agosto de 2002. Seria mais um dia normal na capital do civilizado e pacato pas com um dos melhores IDH do mundo, no fosse uma “epidemia” de cefaleia e o estranho comportamento dos aparelhos eletrnicos: eles simplesmente no desligam, mesmo quando desconectados da tomada. Prenncio de fenmeno ainda mais extraordinrio: os mortos revivem – inclusive os falecidos at alguns meses antes. De repente, eles se movem, andam, deixam as cmaras de refrigerao dos hospitais, falam (ou balbuciam algumas palavras, como crianas) e podem ser ouvidos arranhando a tampa de suas urnas funerrias, nos cemitrios. No se trata de zumbis devoradores de crebros e transmissores de sua condio de “nem vivo, nem morto” por meio de mordidas. Pelo contrrio, os “redivivos” – como passam a ser oficialmente chamados pelo governo – so entes queridos (o av, o marido, a esposa, o filho, o neto) que todos gostariam de ter de volta ou ao menos por mais um tempo para corrigir erros, pedir perdo (ou perdoar), prorrogar a companhia em nome de momentos felizes e de afetos que a morte impediu de repetir ou de cultivar. So milhares de redivivos, que pem em cheque tanto a cincia quanto a religio, alm de instaurar o pnico entre as autoridades – atnitas diante da inusitada situao. Mas o romance se concentra nos familiares de Eva – autora de livros infantis vtima de um acidente fatal naquele mesmo 13 de agosto –, Elias – um menino de seis anos morto um ms antes – e Tore – idoso recm-falecido, mentalmente desfigurado pelo mal de Alzheimer. Cruzando-se pontualmente, as trs histrias se desenvolvem ao longo de 400 pginas repletas de tenso, situaes inusitadas e s vezes repulsivas (vrios redivivos estavam em avanado estado de putrefao), fenmenos inexplicveis (como a telepatia entre os vivos, quando prximos dos “zumbis”) e, sobretudo, o desespero dos que tentam trazer os semimortos plenamente vida, a todo custo – como o caso do av de Elias, o jornalista Gustav Mahler (homnimo do compositor), capaz de invadir o cemitrio, escavar a sepultura do neto, exumar o cadver agora com sinais de vida e fugir com ele e a filha para o litoral. David, comediante de stand up e marido de Eva, mobilizado por seu profundo amor pela mulher, descobre que ela foi feita “cobaia” no principal instituto mdico legal do pas. A viva e a neta de Tore, Elvy e Flora, protagonizam as cenas mais estranhas: Elvy, dotada de sensibilidade incomum, experimenta uma viso em que a Virgem Maria lhe atribui a misso de salvar os descrentes que se recusam a ver a mensagem divina na ressurreio dos mortos; Flora, tpica adolescente rebelde, desenvolve extraordinria capacidade de compreenso e comunicao com os mortos-vivos. O governo acaba por criar uma espcie de “campo de concentrao” para os redivivos, foco para o qual a narrativa se volta, no tero final. Este ser o palco do apocalptico desfecho, que menos importante do que todo o percurso para chegar at ele: os “zumbis” de Lindqvist so uma metfora para a relao da cultura contempornea com a morte e com a prpria vida. Traduzido diretamente do sueco, a linguagem gil, o ritmo cinematogrfico (Lindqvist foi roteirista) e sobretudo a matria do romance faz de Mortos entre vivosuma leitura de entretenimento, que atende aos apreciadores do melhor terror, sem amenizaes – e, ao mesmo tempo, uma obra densa, repleta de significados, muito alm de tcnicas narrativas que provocam desespero e arrepios.
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